A ansiedade, de forma sucinta, é uma ação do cérebro sobre o corpo, causando uma reação física e comportamental. Diante de uma situação ansiogênica o cérebro entende que o indivíduo está em perigo, liberando estímulos no cérebro, despertando os sentidos e ocasionando reações físicas (PORTO et al., 2008).

      Dessa forma é importante compreender que a ansiedade tem uma base sólida na história evolutiva, e assim estaremos mais bem preparados a aceita-la como parte de nossa herança biológica (LEAHY, 2011).

    Entendendo que a TCC enfatiza técnicas destinadas a ajudar as pessoas a detectar e modificar seus pensamentos profundos, que em muitas vezes podem lhe trazer prejuízo (WRIGHT, BASCO, THASE, 2008).

     A base do modelo cognitivo é a ideia de que os pensamentos do individuo irão influenciar diretamente na maneira como ele se comporta e sente. Dessa forma, uma distorção no modo de perceber uma situação poderia influenciar o humor e o comportamento do sujeito a ponto de deixa-lo disfuncional ROMÁN, SAVOIA, 2003).

     Diante disso, pessoas com ansiedade, normalmente tem pensamentos automáticos que incluem previsões de perigo, prejuízo, falta de controle ou incapacidade de lidar com ameaças (WRIGHT, BASCO, THASE, 2008).

  Ao falar de ansiedade entendemos a importância de um olhar clínico em casos que geram prejuízos, sendo assim, há estudos que mostram que a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) tem modelos de tratamento em vários transtornos mentais com índices elevados de eficácia, no qual demonstra a importância da compreensão do diálogo entre mente e cérebro (PORTO et al., 2008).


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